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Corte eleitoral peruana rejeita últimos recursos de Keiko, e candidata admite derrota

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Corte eleitoral peruana rejeita últimos recursos de Keiko, e candidata admite derrota

Alegando fraude, apoiadores de Keiko Fujimori protestam contra vitória de Pedro Castillo Apoiadores da candidata presidencial do Peru Keiko Fujimori protesta contra iminente vitória do professor de esquerda Pedro Castillo, em Lima, Peru Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS No Peru, as camisas da seleção são marcantes nas manifestações entre os apoiadores da candidata que representa as elites, Keiko Fujimori Foto: LIZ TASA / REUTERS Policiais bloqueiam uma rua para evitar conflito entre apoiadores dos candidatos candidatos Keiko Fujimori e Pedro Castillo, em Lima, Peru Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS Na noite desta quarta, com 99,1% das atas contabilizadas, Castillo tem 50,2% dos votos válidos, contra 49,8% de Keiko Fujimori, uma diferença de 71.441 votos e que, para alguns analistas e o próprio Castillo, é irreversível Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS Apoiadores da candidata peruana pelo Partido Força Popular, Keiko Fujimori, protestam em frente ao prédio do Organismo Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) em Lima. Sem apresentar qualquer prova, a filha do ditador Alberto Fujimori, acusou o sistema eleitoral de fraude, insuflando apoiadores Foto: Ernesto Benavides / AFP Pular PUBLICIDADE Atas eleitorais contabilizadas apontam antagem de mais de 70 mil votos para o sindicalista Pedro Castillo Foto: LIZ TASA / REUTERS Apoiadora da candidata presidencial do Peru Keiko Fujimori gesticula em frente a uma barricada policial, em Lima Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS No fim de semana, a ex-deputada Milagros Takayama, que representa a legenda de Keiko, voltou a pedir a anulação de votos dados a Castillo e argumentou que a substituição de Luis Arce Córdova pelo magistrado Víctor Rodríguez Monteza no plenário do JNE estava “fora de um processo regular”. Arce, ligado ao partido de Keiko, renunciou no fim de junho , depois que os dez primeiros recursos apresentados pelos advogados do Força Popular foram declarados improcedentes por três votos contra o dele

PUBLICIDADE Entenda :  Sindicalista, Castillo concentrou votos dos perdedores do ‘milagre peruano’

Em sua justificativa, o JNE diz que os pedidos “por causas já resolvidas não só distorcem o referido recurso, mas também atrasam a resposta às etapas do calendário eleitoral”. O órgão enfatiza também que as resoluções do JNE são “emitidas em última instância e não são passíveis de revisão”

“Após o Plenário do JNE ter declarado por unanimidade a inadmissibilidade dos cinco recursos apresentados pelo partido político Força Popular, será lavrada a ata de proclamação dos resultados”, disse o órgão eleitoral em sua conta no Twitter. “O JNE procederá à organização imediata da cerimônia de entrega de credenciais à fórmula presidencial, marcada para esta semana.”

Apesar dos esforços da candidata conservadora para tentar reverter o resultado das urnas, vários organismos internacionais atestaram a lisura do pleito. Em junho, o Departamento de Estado dos EUA emitiu um comunicado em que classifica a eleição presidencial ocorrida no Peru como “um modelo de democracia”

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LIMA — Depois que o plenário do Júri Nacional de Eleições (JNE) do Peru, a instância máxima da Justiça eleitoral do país, rejeitou por unanimidade mais cinco recursos apresentados no fim de semana pelo partido Força Popular, de Keiko Fujimori, a candidata conservadora reconheceu a derrota nas eleições, um mês e meio após o segundo turno do pleito, em 6 de junho. Em entrevista a jornalistas, no entanto, Keiko chamou a vitória do esquerdista Pedro Castillo de “ilegítima” e disse que o Peru Livre, partido do seu adversário, “roubou milhões de votos no dia da eleição”.

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Anuncio que, cumprindo meus compromissos assumidos com todos os peruanos, com Mario Vargas Llosa, com a comunidade internacional, reconhecerei os resultados porque é o que diz a lei e a Constituição que jurei defender —  afirmou, referindo-se ao escritor peruano, um antigo antifujimorista que a apoiou nesta eleição. — A verdade acabará vindo à tona de qualquer maneira e todos trabalharemos juntos para restaurar a legitimidade do nosso país.

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Concordamos em discordar : A vitória de Pedro Castillo no Peru é uma vitória da esquerda?

No pronunciamento, a candidata, filha do ditador Alberto Fujimori (1990-2000), ainda convocou uma grande mobilização contra a proclamação de Castillo, que acontecerá esta semana, segundo o JNE.

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— O que temos que fazer agora é enfrentar juntos uma nova etapa que será muito difícil porque o comunismo não chega ao poder para libertar, por isso querem nos impor uma nova Constituição  — completou Keiko, que fez uma campanha de medo contra Castillo ,  associado inclusive ao grupo maoista Sendero Luminoso.

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Com 100% dos votos apurados, o líder sindical obteve uma vantagem de 44 mil votos sobre Keiko, que perde pela terceira vez uma eleição presidencial. A cerimônia de posse do novo presidente está marcada para o próximo dia 28, quando termina o mandato do atual presidente interino, Francisco Sagasti.

Alegando fraude, apoiadores de Keiko Fujimori protestam contra vitória de Pedro Castillo Apoiadores da candidata presidencial do Peru Keiko Fujimori protesta contra iminente vitória do professor de esquerda Pedro Castillo, em Lima, Peru Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS No Peru, as camisas da seleção são marcantes nas manifestações entre os apoiadores da candidata que representa as elites, Keiko Fujimori Foto: LIZ TASA / REUTERS Policiais bloqueiam uma rua para evitar conflito entre apoiadores dos candidatos candidatos Keiko Fujimori e Pedro Castillo, em Lima, Peru Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS Na noite desta quarta, com 99,1% das atas contabilizadas, Castillo tem 50,2% dos votos válidos, contra 49,8% de Keiko Fujimori, uma diferença de 71.441 votos e que, para alguns analistas e o próprio Castillo, é irreversível Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS Apoiadores da candidata peruana pelo Partido Força Popular, Keiko Fujimori, protestam em frente ao prédio do Organismo Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) em Lima. Sem apresentar qualquer prova, a filha do ditador Alberto Fujimori, acusou o sistema eleitoral de fraude, insuflando apoiadores Foto: Ernesto Benavides / AFP Pular PUBLICIDADE Atas eleitorais contabilizadas apontam antagem de mais de 70 mil votos para o sindicalista Pedro Castillo Foto: LIZ TASA / REUTERS Apoiadora da candidata presidencial do Peru Keiko Fujimori gesticula em frente a uma barricada policial, em Lima Foto: ALESSANDRO CINQUE / REUTERS No fim de semana, a ex-deputada Milagros Takayama, que representa a legenda de Keiko, voltou a pedir a anulação de votos dados a Castillo e argumentou que a substituição de Luis Arce Córdova pelo magistrado Víctor Rodríguez Monteza no plenário do JNE estava “fora de um processo regular”. Arce, ligado ao partido de Keiko, renunciou no fim de junho , depois que os dez primeiros recursos apresentados pelos advogados do Força Popular foram declarados improcedentes por três votos contra o dele

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Em sua justificativa, o JNE diz que os pedidos “por causas já resolvidas não só distorcem o referido recurso, mas também atrasam a resposta às etapas do calendário eleitoral”. O órgão enfatiza também que as resoluções do JNE são “emitidas em última instância e não são passíveis de revisão”

“Após o Plenário do JNE ter declarado por unanimidade a inadmissibilidade dos cinco recursos apresentados pelo partido político Força Popular, será lavrada a ata de proclamação dos resultados”, disse o órgão eleitoral em sua conta no Twitter. “O JNE procederá à organização imediata da cerimônia de entrega de credenciais à fórmula presidencial, marcada para esta semana.”

Apesar dos esforços da candidata conservadora para tentar reverter o resultado das urnas, vários organismos internacionais atestaram a lisura do pleito. Em junho, o Departamento de Estado dos EUA emitiu um comunicado em que classifica a eleição presidencial ocorrida no Peru como “um modelo de democracia”

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